Gengibre na gravidez – benefícios na melhora de enjoos e vômitos

Por Gizele Monteiro – personal gestante

A conclusão de um dos estudos realizados para testar a ação do gengibre sobre enjoos e vômitos durante a gravidez:

“Estes resultados sugerem que o gengibre não parece aumentar as taxas de malformações acima da taxa de referência de 1% para 3%, e que tem um efeito moderado no tratamento de náuseas e vômitos na gravidez” – Portnoi et al (2003). Prospective comparative study of safety and effectiveness of ginger for the treatmente of nausea and vomiting in pregnancy. American Journal of Obstetrics & Gynecology. vol 189, n.5, pp. 1374-1377.

Em abril, a Febrasgo – Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia tem indicado novas recomendações sobre como tratar o enjoo em gestantes.

Gengibre para a melhora do enjoo - Gravidez em Forma
Gengibre para a melhora do enjoo – Gravidez em Forma

A recomendação oficial inicial prevê a adoção de orientação de vitamina B6 + extrato de gengibre, única combinação disponível no Brasil considerada classe A pelo FDA (Food and Drugs Administration), ou seja, que não apresenta risco algum para a gestante nem para o bebê. Doses de até 1.000 mg diários de gengibre são eficazes, sem quaisquer resultados negativos para a gravidez e podem ser usadas sem preocupação”, destaca o ginecologista Corintio Mariani Neto, autor da normativa da Febrasgo.

gengibre age no sistema nervoso central inibindo os receptores da serotonina e exercendo efeitos antieméticos (que inibem o vômito). Já a vitamina B6 modula a formação e degradação de outros neurotransmissores envolvidos com as náuseas e vômitos da gestação, tais como dopamina e noradrenalina.

Ainda há a indicação – Febrasgo – de mudança na dieta, exercícios leves e acupuntura.

O gengibre é rico em propriedades medicinais. É fonte de vitamina B6, cobre, magnésio e potássio. Por ser antioxidante, aumenta a imunidade, previne o câncer e ainda embeleza a pele e o cabelo.

Seguem outras dicas para as mamães que estão com enjoo e vômitos:

– procure realizar de 5 a 6 refeições diárias.

– no jantar prefira pratos mais leves e também não coma muito.

– no almoço e na janta escolha alimentos com menos gordura – carnes magras – evite a fritura.

– não durma logo em seguida do jantar, isso ajudará a evitar azia.

– frutas mais ácidas são a preferência das mamães – laranja, limão, kiwi, abacaxi, maçã verde e ameixa vermelha.

– alimentos mais secos tem mais aceitação – torradas, biscoitos de água e sal, de polvilho e bolo de fubá – principalmente pela manhã.

– mantenha-se hidratada – um copo com gotas de limão costumar aliviar também o enjoo.

– cuidado com beber muito líquido de uma só vez.

– evite alimentos com sabor e cheiro forte – podem piorar o enjoo.

– alimentos frios ou gelados também são bem vindos pois provocam menos contrações na musculatura do estômago.

– a indicação do gengibre com água tem sido indicada.

Gravidez – mudanças corporais

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

Muitas são as mudanças corporais na gravidez.

Uma das mudanças mais marcantes e responsável por alterar toda a biomecânica do tronco, postura, etc é a evolução do útero.

A medida que ele aumenta com o crescimento do bebê, todos os movimentos de tronco e quadril ficam comprometidos.

Crescimento uterino - mudanças corporais na gravidez
Crescimento uterino – mudanças corporais na gravidez

Todo o controle de movimentos, equilíbrio, força, postura mudam conforme o útero cresce e projeta-se para frente.

Há a necessidade de:

– excluir vários exercícios,

– modificar outros e

– incluir outros mais específicos para a gravidez

Isso é aconselhado para que o trabalho seja realmente direcionado para as necessidades da gravidez, portanto reveja o seu programa e consulte um personal gestante para orientação.

 

Saiba mais sobre nossos programas. Acesse: www.maisvidagestantes.com.br | www.gravidezemforma.com.br

Diástase na gravidez e pós-parto – importância dos exercícios corretos

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

diástase na gravidez é uma separação que acontece dos músculos reto abdominais devido o crescimento e projeção do útero com o crescimento do bebê. Essas mudanças permanecem até o pós-parto.

Exercícios para essa região são indicados e importantes para manter a força dos músculos abdominais durante a gravidez e também para seu retorno no pós-parto.

No pós-parto os exercicios corretos auxiliam nesse fechamento, isto é, no retorno da barriga no pós-parto.

Exercícios tradicionais ou que forcem essa região ao extremo podem produzir um rompimento dessa linha (durante a gravidez ) ou dificultar o retorno no pósparto.

Para uma Gravidez em Forma e um Pós-parto em Forma é necessária a orientação adequada desses exercícios. Um Personal Gestante terá mais conhecimento e saberá como adaptar os exercícios para esse momento.

*Cadastre-se em nosso site www.gravidezemforma.com.br e saiba como controlar o seu peso e ter uma orientação adequada na gravidez.

Tensão muscular, estresse e dores no corpo

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

A tensão muscular, estresse e dores no corpo são causas constantes de buscas em nosso blog. Diante dessa realidade estamos lançando o site www.tensãomuscular.com

Nosso objetivo é direcionar e orientar em ações simples que podem contribuir para amenizar esse quadro tão comum na vida de várias pessoas.

Acessem, se cadastrem e recebam nossas orientações através de videos.

Um grande abraço … Gizele Monteiro

Te espero lá!

Dor nas costas - Tensão muscular

Gravidez, é melhor alongar ou caminhar?

Alongamento ou caminhada para as grávidas?

Recentemente essa questão foi levantada por cientistas gerando uma nova linha de pesquisa em gravidez e exercício. A revista Crescer do mês de …. trouxe um relato sobre o estudo e dessa forma vamos abrir esse espaço para apresentar e levantar algumas questões.

“Pesquisadores descobrem que é melhor mulheres grávidas alongarem que caminhar.”

Pré-eclâmpsia é ……….. A pré-eclâmpsia é um problema recorrente entre grávidas, atinge cerca de 8% das mulheres e pode prejudicar mãe e bebê. Por tratar-se de uma das maiores causas de morte materna na hora do parto, esta patologia exige alerta dos médicos e cuidados das gestantes, pois suas causas diretas ainda não são conhecidas.
124 gestantes participaram do estudo para comparar os efeitos dos  exercícios (caminhada x alongamento). FC e pressão arterial foram menores para as gestantes que realizaram alongamento comparado as que caminharam e o aumento de peso não foi diferente. Para sedentários, mulheres grávidas e um alongamento exercício pode ser mais eficaz do que a caminhada para atenuar o risco de pré-eclâmpsia, devido a uma maior aderência e possíveis efeitos cardíacos-fisiológicas.
Comparar uma caminhada para exercer um estiramento exercício durante a gravidez de alto risco as mulheres que eram sedentários e tinham anteriormente experiente preeclampsia.
Um ensaio clínico randomizado dos efeitos dos dois tipos de exercícios físicos foi realizado entre novembro de 2001 e julho de 2006, em Washtenaw County, Michigan.
Ambos os grupos envolvidos no designado exercício cinco vezes por semana até o final da gestação em dois grupos de caminhada (n = 41) ou o estiramento grupo (n = 38).
The walkers exercised an average of 36 (SD, 6) minutes at 18 weeks gestation, 34 (SD, 7) minutes at 28 weeks gestation, and 31 (SD, 12) minutes at the last week of the intervention.
On average, they exercised within target heart rate ranges 35%(SD, 32%) at 18 weeks gestation, 22%(SD, 25%) at 28 weeks gestation, and 17%(SD, 25%) at the last week of the intervention. Em média, eles exercidas dentro da freqüência cardíaca alvo varia 35% (SD, 32%) com 18 semanas de gestação, 22% (SD, 25%) a 28 semanas de gestação, e 17% (SD, 25%) na última semana de a intervenção
The stretching group engaged in stretching exercises following a 40-minutes videotape. O alongamento grupo envolvido em alongamentos na sequência de um vídeo de 40 minutos. On average, the walking group exercised 4 (SD, 1) times a week at 18 weeks gestation, 4 (SD, 1) time a week at 28 weeks gestation, and 3 (SD, 1) times a week at the last week of the intervention. Em média, o grupo caminhando exercido 4 (SD, 1) vezes por semana, 18 semanas de gestação, 4 (SD, 1) o tempo de uma semana a 28 semanas de gestação, e 3 (SD, 1) vezes por semana, na última semana de a intervenção. Equally on average, the stretching group exercised 4 (SD, 2) times a week at 18 weeks gestation, 5 (SD, 1) times a week at 28 weeks gestation, and 3 (SD, 1) times a week at the last week of the intervention. Igualmente, em média, o grupo estiramento exercido 4 (SD, 2) vezes por semana, 18 semanas de gestação, 5 (SD, 1) vezes por semana, 28 semanas de gestação, e 3 (SD, 1) vezes por semana, na semana passada da intervenção. No difference between groups was observed, but both exercised significantly less frequently over the time (p .0001). Não houve diferença entre os grupos foi observada, mas ambas as exercidas significativamente menor freqüência ao longo do tempo (p .0001). Together, participants reported average 7,040 (SD, 2,612) steps at the beginning and 5,711 (SD, 2,739) steps at the end of the study. Juntos, os participantes relataram média 7.040 (DP, 2612) passos no início e 5711 (SD, 2739) passos no final do estudo. The walkers tracked an average 8,501 (SE, 778) steps a day at 20 weeks gestation and 7,418 (SE, 788) steps at 34 weeks gestation (ns). Os caminhantes monitorados uma média 8501 (SE, 778) passos em um dia e 20 semanas de gestação 7418 (SE, 788) etapas de 34 semanas de gestação (ns). The stretchers tracked an average 6,189 (SE, 704) steps at 20 weeks gestation and 4,848 (SE, 452) steps at 34 weeks gestation (p .05). As macas monitorados uma média 6189 (SE, 704) etapas, a 20 semanas de gestação e de 4848 (SE, 452) etapas de 34 semanas de gestação (p .05). The incidence of preeclampsia was 14.6%(95% CI, 5.6 to 29.2) among the walkers and 2.6%(95% CI; .07 to 13.8) among the stretchers.
A incidência de pré-eclâmpsia foi de 14,6% (IC 95%, 5,6 a 29,2) entre os caminhantes e 2,6% (95% CI; ,07-13,8), entre as macas. The incidence of gestational hypertension was 22 %(95% CI, 8.7 to 35.2) for the walkers and 40%(95% CI, 23.2 to 55.8) for the stretchers. A incidência de hipertensão gestacional foi de 22% (95% CI, 8,7 a 35,2) para os caminhantes e 40% (IC 95%, 23,2 a 55,8) para as macas. The mean transferrin level, an antioxidant marker, was significantly higher in the stretching group mean (412 mg/dL, 95%CI, 389 to 435) than the walkers at the time of labor (mean = 368 mg/dL, 95%CI, 346 to 391)(p .05). A média de transferrina nível, um antioxidante marcador, foi significativamente maior no grupo alongamento média (412 mg / dL, 95% CI, 389-435) que os caminhantes, na altura do parto (média = 368 mg / dL, 95% CI , 346 a 391) (p .05). No significant group differences were observed in birth outcomes. Não foram observadas diferenças significativas no grupo nascimento resultados. CONCLUSION: Regular stretching exercises may promote endogenous antioxidants among women at risk for preeclampsia. CONCLUSÃO: Regular alongamentos podem promover antioxidantes endógenos de mulheres em risco de pré-eclâmpsia.
OBJECTIVES: To compare a walking exercise to a stretching exercise during pregnancy in high-risk women who were sedentary and had previously experienced preeclampsia. METHODS: A randomized clinical trial of the effects of the two types of physical exercises was conducted between November 2001 and July 2006 in Washtenaw County, Michigan. Both groups engaged in the assigned exercise five times a week until the end of pregnancy. RESULTS: Women were randomized to either the walking group (n = 41) or the stretching group (n = 38). The walkers exercised an average of 36 (SD, 6) minutes at 18 weeks gestation, 34 (SD, 7) minutes at 28 weeks gestation, and 31 (SD, 12) minutes at the last week of the intervention. On average, they exercised within target heart rate ranges 35%(SD, 32%) at 18 weeks gestation, 22%(SD, 25%) at 28 weeks gestation, and 17%(SD, 25%) at the last week of the intervention. The stretching group engaged in stretching exercises following a 40-minutes videotape. On average, the walking group exercised 4 (SD, 1) times a week at 18 weeks gestation, 4 (SD, 1) time a week at 28 weeks gestation, and 3 (SD, 1) times a week at the last week of the intervention. Equally on average, the stretching group exercised 4 (SD, 2) times a week at 18 weeks gestation, 5 (SD, 1) times a week at 28 weeks gestation, and 3 (SD, 1) times a week at the last week of the intervention. No difference between groups was observed, but both exercised significantly less frequently over the time (p .0001). Together, participants reported average 7,040 (SD, 2,612) steps at the beginning and 5,711 (SD, 2,739) steps at the end of the study. The walkers tracked an average 8,501 (SE, 778) steps a day at 20 weeks gestation and 7,418 (SE, 788) steps at 34 weeks gestation (n.s.). The stretchers tracked an average 6,189 (SE, 704) steps at 20 weeks gestation and 4,848 (SE, 452) steps at 34 weeks gestation (p .05). The incidence of preeclampsia was 14.6%(95% CI, 5.6 to 29.2) among the walkers and 2.6%(95% CI; .07 to 13.8) among the stretchers. The incidence of gestational hypertension was 22 %(95% C.I., 8.7 to 35.2) for the walkers and 40%(95% CI, 23.2 to 55.8) for the stretchers. The mean transferrin level, an antioxidant marker, was significantly higher in the stretching group mean (412 mg/dL, 95%CI, 389 to 435) than the walkers at the time of labor (mean = 368 mg/dL, 95%CI, 346 to 391)(p .05). No significant group differences were observed in birth outcomes. CONCLUSION: Regular stretching exercises may promote endogenous antioxidants among women at risk for preeclampsia.

Pregnant women who exercise by stretching are more likely to maintain their exercise activities until the end of pregnancy compared to women who walk for exercise, according to a SON study published in August issue of Research in Nursing & Health.

In a study of 124 women, most of whom were white, well educated and relatively affluent, SON associate professor SeonAe Yeo, PhD, RNC, FAAN, found that women who follow a regimen of stretching continue to exercise longer into their pregnancies.

Study participants were asked to adhere as closely as possible to 40-minute-a-day, five-times-a-week exercise schedule. The walking exercise involved moderate-intensity walking, i.e. walking to 55 percent to 69 percent of age-determined maximum heart rate. The stretching exercise included an instructional videotape of slow muscle movements with no aerobic or muscle resistance components.

These findings are secondary conclusions from a previous study focused on determining whether stretching is more effective than walking at reducing a woman’s risk of preeclampsia during pregnancy.

”Based on our results, we found that women who stretch for exercise during pregnancy have more favorable blood pressure changes throughout gestation, were more likely to stay within the recommended weight-gain limits, and they experienced less fluctuation in their resting heart rate during late pregnancy,” Yeo said. “With our original study looking at exercise’s effect on the risk of preeclampsia, these findings highlight the fact that the type of exercise also influences a woman’s likelihood of sticking with it to realize a protective benefit.”

The rate of adherence to the exercise routine was measured at 18 weeks, 28 weeks and 38 weeks. At each evaluation point, stretchers reported exercising more times per week than walkers. The length of time walkers spent exercising also declined from one evaluation to the next (36 minutes to 33 minutes to 31 minutes).

A pré-eclâmpsia é um problema recorrente entre grávidas, atinge cerca de 8% das mulheres e pode prejudicar mãe e bebê. Por tratar-se de uma das maiores causas de morte materna na hora do parto, esta patologia exige alerta dos médicos e cuidados das gestantes, pois suas causas diretas ainda não são conhecidas.

Hoje, a principal indicação dos obstetras às gestantes para prevenir a hipertensão arterial é a prática moderada de exercícios físicos. Mas uma pesquisa divulgada pela Universidade da Carolina do Norte sugere que o alongamento seria mais eficaz na prevenção da pré-eclâmpsia do que a própria atividade física.

O estudo, desenvolvido entre novembro de 2001 e julho de 2006, reuniu 79 grávidas sedentárias e com histórico de pré-eclâmpsia na primeira gestação e as dividiu em dois grupos. Durante dezoito semanas, 41 delas praticaram caminhadas, 40 minutos por dia, cinco vezes por semana, e 38 mulheres praticaram movimentos não-aeróbicos, apenas de alongamento, também durante 40 minutos por dia, cinco vezes por semana. Ao final da análise, 15% do grupo da caminhada desenvolveu pré-eclâmpsia e menos de 5% das grávidas que praticaram alongamento apresentou o problema.

Mas, será que as constatações deste estudo são suficientes para alterar as orientações médicas feitas até agora? A explicação de SeonAe Yeo, coordenador da pesquisa, é que o alongamento protege contra a pré-eclâmpsia por favorecer a produção de transferrina – proteína presente no plasma para auxiliar o transporte de ferro na circulação sanguínea. O ferro protege o organismo materno do estresse oxidativo, que causa danos na parte interna das artérias pela agressão por peróxidos lipídicos. Assim, segundo a hipótese médica, quanto mais alongamento, mais ferro plasmático e menos danos arteriais. “Faz sentido, mas é preciso testar esta hipótese em grupos maiores de mulheres grávidas normais, de modo a aumentar o tamanho da amostra”, diz Wladimir Taborda, ginecologista e obstetra, doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo.

Outro ponto importante é o fato de o estudo ter sido feito apenas com grávidas sedentárias e que já tivessem apresentado o problema anteriormente. “A pré-eclâmpsia é uma condição que afeta, em sua grande maioria, mulheres na primeira gestação, o que não foi estudado”, explica Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, professor chefe do Pré-Natal Personalizado da Escola Paulista de Medicina.

A pesquisa desperta o olhar dos médicos para a importância do alongamento, mas não leva à substituição da caminhada. Ainda não há dados suficientes para promover uma revolução total nas orientações dadas às gestantes, “de qualquer maneira, este é um interessante alerta à comunidade científica para que outros estudos – com mais gestantes, de preferência na primeira gravidez e feitos em tempo mais curto de inclusão – sejam desenvolvidos”, afirma Abner.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS:

Seonae Yeo. Adherence to walking or stretching, and risk of preeclampsia in sedentary pregnant women. Res Nurs Health.Res Nurs Health, 2009.

Personal Gestante Gizele Monteiro grava entrevista sobre exercícios na gravidez para o programa Fantástico

Gizele Monteiro – Personal gestante

entrevista realizada com a professora Gizele Monteiro ao programa Fantástico buscou informar os riscos do exercício intenso durante a gravidez.

Alertando a forma que várias mulheres tem buscado manter sua forma na gravidez, observa os riscos para a mamãe e bebê, não deixando de enfatizar que o exercício físico controlado e bem orientado é um grande aliado e benéfico para a gravidez.

http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/t/edicoes/v/mulher-gravida-levanta-peso-e-preocupa-medicos/2901138/

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Ganho de Peso na Gravidez – Saiba se está adequado

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

O ganho de peso na gravidez é sem dúvidas uma das maiores preocupações da mulher.

Mas como saber se está adequado?

Existem tabelas e valores que nos norteiam para saber se esse ganho está adequado.

Em vários artigos neste site temos relatado a importância de uma boa alimentação e a prática regular de exercícios físicos para o controle de peso durante a gravidez e a saúde da mãe e do bebê.

O excesso ou a falta do ganho de peso durante a gravidez é um fato de muita relevância para sabermos sobre a saúde da gestante, sendo ligado ao aparecimento de doenças durante a gravidez.

Descubra se você  está com o peso adequado conforme a sua semana gestacional.

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