Gravidez em Forma – programa gestante online

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

O programa gestante – Gravidez em Forma – é um programa online especializado em Exercícios na Gravidez e Pós-parto.

Ele nasceu do desejo de ter uma prescrição baseada no conhecimento científico e um atendimento seguro, com exercícios selecionados e que desse um passo a passo de tudo o que a gestante precisa fazer até o pós-parto.

É um programa que entende todas as mudanças do seu corpo na gravidez, buscando atender suas necessidades, respeitar seus limites e mudanças corporais e atuar na prevenção de desconfortos – como dores nas costas, quadril – e doenças que podem ocorrer tanto no tanto no período gestacional como no Pós-parto.

 

Gravidez em Forma by Gizele Monteiro
Gravidez em Forma by Gizele Monteiro

 

Minha Missão:

Promover seu bem-estar durante a gravidez por meio de um programa de exercícios físicos seguro e eficaz, te ajudar a controlar o peso e manter sua saúde e do seu bebê.

Como fundamento o programa está dirigido por princípios da Educação Física e Obstetrícia, em pesquisas e autores internacionais, as maiores referências de pesquisa no mundo, garantindo a excelência num programa de qualidade para cada necessidade que seu corpo tem.

Conheça mais do programa visitando o site – Gravidez em Forma << clique aqui >>

Sempre inovando estamos preparando um programa especial para as mamães terem acesso total em suas casas – é o programa online “GRAVIDEZ EM FORMA”.

Videobook Gravidez em Forma
Videobook Gravidez em Forma

 

Fique ligada e já realize o cadastro no site para ter acesso as dicas especiais GRATUITAS que a personal gestante Gizele Monteiro preparou para as gravidinhas ficarem sempre em forma. Clique no botão abaixo !!!

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Meus contatos:

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Relaxamento na gravidez reduz níveis de ansiedade

Por Gizele Monteiro

 

alongamento-e-relaxamento-na-gravidez
Alongamento e relaxamento na gravidez

O estresse e a ansiedade são situações comuns da vida moderna. A gravidez também é uma fase em que a mulher está mais sensível, mais preocupada. Além das mudanças físicas, existem as mudanças emocionais que acontecem para que a mulher se adapte a nova vida, à maternidade. Essas mudanças, além de necessárias e orgânicas, junto com uma expectativa futura gera muito medo e ansiedade.

Vários estudos na linha de relaxamento e meditação tem sido conduzido por pesquisadores para amenizar esse quadro de ansiedade que em algumas ultrapassa pontos saudáveis.

Na minha prática de atendimento com o programa Gravidez em Forma, oriento a que as alunas tenham um momento de relaxamento com exercícios de alongamento, relaxamento e massagem. Isso tem sido muito positivo na prevenção de dores, desconfortos e redução da ansiedade que é comum na gravidez. Observo pelos anos de experiência que essas ações ajudam muito nessa redução da ansiedade.

 

E agora as pesquisas tem dado mais atenção a essa prática. Veja o estudo abaixo conduzido na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

 

O estudo mostrou que a prática de meditação pode melhorar a qualidade de vida de gestantes, com a diminuição da ansiedade e do estresse. A pesquisa realizada pelo obstetra Roberto Cardoso, avaliou os efeitos físicos e psíquicos da meditação em 28 gestantes durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez – 13 gestantes meditaram.

Foram utilizados para analisar, questionários específicos que medem os níveis de ansiedade, depressão, bem-estar e tensão. Essas medidas forma feitas antes do início da prática de meditação, durante a prática e após 10 semanas. Foram também avaliados parâmetros físicos que comprovam relaxamento típico da meditação, como redução de tensão muscular e aumento da temperatura das pontas dos pés e das mãos.

Depois de 10 semanas houve a diminuição da ansiedade em todas as gestantes. O Dr. Roberto ainda observou  que as gestantes que meditaram apresentaram redução na tensão muscular e aumento da temperatura das extremidades corporais, o que também ajuda a diminuir dores musculares.

Estudos gerais apontam que cerca de 20% das gestantes apresentam estado ansioso em algum momento da gravidez.

 

 

 

relaxamento-e-alongamento-na-gravidez-by-gizele-monteiro
Relaxamento e alongamento na Gravidez

 

Esses exercícios são um exemplo de como você pode organizar sua postura, relaxar, diminuir sua tensão muscular e evitar dores.

Essa série elaborei para a revista Viva Saúde – você pode realizar 2 a 3 séries de cada exercício mantendo a posição por 10 a 20 segundos.

 

Então esse é um bom motivo para que você insira uma rotina de exercícios e relaxamento no seu dia. Será saúde para você e seu bebê.

O programa Gravidez em Forma tem orientações especiais de alongamento e massagem para que você não só previna dores, mas mantenha-se relaxada e também mantenha sua postura mais alinhada.

 

Quer saber mais sobre o programa e como diminuir o estresse e a ansiedade ?

Acesse o site com a apresentação em vídeo e escrita – << Clique aqui >>

 

 

Matéria da pesquisa – reportagem da Folha de SP – 11 set 2008.

 

Amamentação X Atividade física

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante e Coach de mamães – programa Mães em Forma

 

Amamentação X Atividade física … elas são compatíveis?

Recebo frequentemente essas dúvidas em minhas redes sociais …

Posso correr? Correr “seca” o leite?

Quero voltar a fazer atividade física, mas tenho medo de secar o leite. Posso voltar?

O retorno a atividade física junto com a amamentação requer atenção e ajustes sim devido a amamentação e outras mudanças que ocorreram no corpo da mulher.

Exercício e amamentação
Amamentação X Atividade física

Sempre deve ser gradativo, mas não só por uma preocupação com a amamentação. Durante o período gestacional muitas alterações corporais ocorreram e o retorno ao exercício deve sempre ser orientado por um profissional que entenda essas mudanças do organismo feminino, diferenciando assim o programa e o atendimento. Diante desse quadro, voltemos a nossa questão. Um profissional que entende o que acontece com a mulher saberá dosar o exercício numa intensidade adequada para que essa questão não seja respondida de forma positiva.

Não só correr pode prejudicar a amamentação e o corpo da mulher, MAS QUALQUER EXERCÍCIO ORIENTADO DE FORMA INCORRETA.

A produção de leite consome muita energia. Uma mãe em fase de amamentação produz entre 800 e 1200 ml de leite por dia e, para cada litro de leite que a mãe produz, há um gasto entre 500 e 700 (pode ser maior para algumas) calorias em média.

Portanto se o “exercício for intenso ou num volume elevado” e a mulher tiver uma ingestão inadequada poderá prejudicar a amamentação, pelo alto gasto energético que ocorre nesse período. Além do exercício e da ingestão alimentar inadequada, uma hidratação inadequada também poderá comprometer a amamentação. Claro vamos entender … leite é água e se a mulher estiver desidratada pelo exercício ou por não beber a quantidade adequada de água, terá seu leite reduzido ..

Um outro ponto importante é a própria intensidade do exercício ! As pesquisas relacionadas a amamentação e exercício observam um aumento de ácido lático no leite materno. Esse aumento relaciona-se com a intensidade do exercício, isto é, quanto mais intenso mais ácido lático no leite. A grande discussão era que esse ácido lático poderia modificar o sabor do leite e dessa forma o bebê passaria a não aceitá-lo, sendo então que de forma indireta o exercício estaria interferindo na aceitação do bebê ao leite após o exercício pela mudança no sabor deste.

Alguns autores observaram sim essa resposta! Esses estudos e autores mostraram haver uma diferença na aceitação do leite em mães que realizaram “exercício máximo”, sendo o mesmo associado ao aumento da concentração de ácido lático. Os estudos com intensidades adequadas “não mostraram efeitos negativos” sobre a amamentação.

Então concluindo: ao treinarmos, nosso organismo produz ácido lático e este ácido poderia modificar o sabor do leite, fazendo com que o bebê rejeite o “peito”. Se o bebê não mama, o organismo não tem estímulo para produzir mais leite. Não havendo mais produção, o leite realmente pode “secar”, ou melhor, deixar de ser produzido.

Exercícios bem orientado tem esse efeito que pode ser negativo? Não !

Cary & Quinn (2001) realizaram um estudo com revisão literária e concluíram que até a data analisada, que de forma geral o exercício e amamentação eram atividades compatíveis, sendo que dos vários estudos analisados os mesmos não demonstram efeito prejudicial do exercício durante a lactação não afetando a composição, o volume do leite, o crescimento, o desenvolvimento infantil, ou a saúde materna. O exercício também teria um efeito muito importante na melhora da aptidão cardiovascular nas lactantes e na sensação de bem-estar quando comparara lactantes ativas com mulheres sedentárias.

  • Procedimento correto da mamãe ao voltar ao exercício:

O correto é que a mamãe volte a prática de exercícios com um programa especializado – CLIQUE AQUI E CONHEÇA, que seja adequado nessa intensidade e “prepare o seu corpo para a volta gradativa das suas antigas atividade e intensidades”, respeitando os limites de recuperação do corpo … por ex: a barriga (core), postura e o períneo.

A sessão de treino deve ter intensidade adequada para não ultrapassar limites fisiológicos (formando muito ácido lático) e correr o risco de comprometer a amamentação, e também pelo exercício intenso ou em grande volume poder comprometer o sistema músculo-esquelético nesse período.

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  • Cuidados importante com as mamas:

As mamas durante a gravidez ficam maiores e mais pesadas e se mantém assim no período pós-parto durante toda a fase de amamentação. Principalmente para atletas que realizam atividades de impacto, como corrida, certifique-se de que eles estejam bem firmes (talvez seja necessário usar dois tops ou um suporte mais adequado).

Referências Bibliográficas sobre o tema:

Wallace, JP, Rabin, J. Int J Sp Med. 12 (3) :328-31, 1991. The concentration of lactic acid in breast milk following maximal exercise. Int J Sports Med. 12(3):328-31, 1991.

Wallace, JP, Inbar, G, Ernsthausen, K. Infant acceptance of postexercise breast milk. Pediatrics.89(6 Pt 2): 1245-7, 1992.

Gale B. Carey, Timothy J. Quinn, Susan E. Goodwin. Breast milk composition after exercise of different intensities. J Hum Lact. 13(2): 115-20, 1997.

Quinn, TJ, Carey, GB. Does exercise intensity or diet influence lactic accumulation in breast milk?Med Sci Sp Exerc. 31(1):105-10, 1999.

Cary GB, Quinn TJ. Exercise and lactation: are they compatible? Can Appl Physiol. 26(1):55-75, 2001.

Wright KS, Quinn TJ, Carey GB. Infant acceptance of breast milk after maternal exercise. Pediatrics. 109(4):585-9, 2002.

Su, D, Zhao, Y, Binns, C, Scott, J, Oddy, W. Breast-feeding mothers can exercise: results of a cohort study. Public Health Nutrition. 10(10):1089-1093, 2007.

Ganho de peso durante a gravidez – Benefícios do exercício

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante – programa online Gravidez em Forma

 

O ganho de peso durante a gravidez pode ser um dos maiores benefícios que o exercício pode promover para a mamãe e seu bebê. Você tem idéia do porque?

Ganho de peso na gravidez - benefícios do exercício by Gizele Monteiro
Ganho de peso na gravidez – benefícios do exercício by Gizele Monteiro

 

Algumas doenças que a gestante pode desenvolver na gravidez tem um risco maior de aparecerem quando se ganho muito peso. É um exemplo da hipertensão e diabetes. Essas doenças podem ser um risco aumentado também para que o bebê desenvolva-as em sua vida futura.

Mas vamos a outros pontos … Um dos maiores medos da mulher na gestação é engordar e é comum ouvir mulheres dizendo que engordaram 20-25 quilos durante a gravidez.

Além da estética e uma dificuldade muito maior de ter novamente seu corpo de volta, existe perigos para o ganho de peso excessivo na gravidez.

De fato a mulher tem que aumentar o seu peso e esse é distribuído entre o conteúdo feto-placentário e mais os tecidos da mulher que também aumentam como coração, mamas, líquidos, e é claro, a gordura.

Durante a gestação, existem duas fases metabólicas bem definidas:

– Ganho de Peso na Gravidez no primeiro e segundo trimestres

No primeiro e segundo trimestres há o crescimento fetal mínimo e nessa fase há o grande perigo do aumento da gordura porque a mãe além do metabolismo alterado, ela tem mais fome e come mais, processo denominado hiperfagia, resultando então no aumento do peso corporal materno, especificamente pelo grande acúmulo de gordura. Portanto o ganho de peso na gestação se dá pelas mudanças teciduais e gordura.

Uma das maravilhas é que todo esse processo faz com que a mulher durante a gestação poupe sua glicose para o seu bebê. Há uma inversão metabólica em seu organismo fazendo com que ela estoque gordura para ter alimento para ela e disponibilizando dessa forma a quantidade adequada de glicose para crescimento e formação do bebê.

– Ganho de Peso na Gravidez no último trimestre

No último trimestre, há o intenso crescimento fetal, que é sustentado pela transferência de nutrientes da circulação materna. O acúmulo de gordura cessa e em muitos casos, há até queda nos depósitos de gordura. Especialmente nesse período (terço final), os pesos fetal e placentário aumentam aceleradamente elevando as necessidades calóricas à custa do metabolismo materno.

Iniciar a gestação com sobrepeso, obesidade ou ganhar peso excessivo durante, são fatores de risco e podem levar a gestante ao desenvolvimento de hipertensão arterial e pré-eclâmpsia. Há o risco também de desenvolvimento de diabetes gestacional que está associado a um crescimento fetal exagerado (macrossomia fetal). Essas situações podem provocar riscos obstétricos durante o parto e obesidade pós-parto. Cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez.

Benefícios do Exercício na Gestação

Um dos benefícios com a prática de exercícios na gestação é auxiliar no

Exercício na Gravidez by Gizele Monteiro
Exercício na Gravidez by Gizele Monteiro

controle do ganho de peso, controlando dessa forma o ganho de gordura (aumento da adiposidade).

O controle no ganho de peso durante gravidez também está associado a um melhor controle da pressão arterial, prevenindo pré-eclâmpisa e eclâmpsia; e prevenção de diabetes gestacional.

Todos esses benefícios levam a redução de complicações no parto, favorecendo a saúde da mulher e do bebê.

Então que tal dar uma guinada na sua saúde ?

O programa Gravidez em Forma – Programa Online foi especialmente para te ajudar a controlar o peso e não engordar na gravidez.

A balança é um pesadelo para muitas mulheres e por isso o conceito do programa é De Bem Com a Balança!

Tenha o seu corpo de volta sem sofrimentos, ganhando o peso adequado na gravidez.

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Grávida pode correr?

Por Gizele Monteiro – personal gestante e Coach – programa Gravidez em Forma

 

Será que grávida pode correr?

Assista esse vídeo para ter orientações para que sua atividade seja bem orientada.

 

Você pode ter acesso a um programa completo de corrida + exercícios de fortalecimento para que seu programa seja totalmente direcionado para suas necessidades dos trimestres gestacionais.

Esse equilíbrio te ajudará a controlar o peso.

Acesse – gravidezemforma.com.br/programa-gravidez-em-forma

Corrida na Gravidez

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

 

Corrida na Gravidez – continuar ou parar?

Corrida na gravidez by Gizele Monteiro
Corrida na gravidez by Gizele Monteiro

Como muitas gestantes me procuram com esta dúvida, resolvi escrever sobre a Corrida na Gravidez.

O período gestacional causa mudanças em todo o organismo da mulher. Existem modificações cardiovasculares, respiratórias, metabólicas, termorregulatórias, hormonais e músculo-esqueléticas que levam a grandes alterações biomecânicas. Todas essas alterações devem ser observadas durante a prescrição de qualquer exercício nesse período.

Muitas mulheres têm dúvidas se podem correr durante a gravidez. Pesquisadores internacionais não proíbem a corrida na gravidez, no entanto alertam para que realize essa atividade quem já estava acostumada a realizá-la. Quem nunca fez atividade física, não deve iniciar com corrida na gravidez, essas devem buscar atividades sem impacto como caminhar, pedalar ou realizar atividades com exercícios localizados, alongamentos e com objetivos posturais.

A atividade aeróbica auxilia no controle do ganho de peso durante a gravidez e também ajuda a manter a aptidão física, além de estar associada a prevenção de doenças nesse período.

Devido as grandes alterações cardiovasculares que ocorrem ao longo da gestação, o profissional deve conhecer muito bem a fisiologia gestacional para que saiba como adequar a intensidade, duração e o volume semanal e mensal dessa atividade, sempre de acordo com as mudanças mensais e trimestrais que irão ocorrer. Somente dessa forma o exercício será seguro para a mãe e o bebê.

Algumas mulheres conseguem permanecer correndo normalmente até o 8o mês de gravidez, mas isso não é uma regra. Caso a gestante sinta desconforto poderá parar ou intercalar com outra atividade de menor impacto.

Qualquer liberação para o exercício físico, seja qual for ele, sempre deverá ser feito após uma avaliação da saúde materno-fetal do seu obstetra e o acompanhamento clínico durante este período é fundamental.

 

Quer orientações segura para manter sua corrida durante a gravidez?

Acesse o programa Gravidez em Forma – Você tem um bônus com planilhas de corrida adaptada durante toda a gravidez.

Clique no link – http://gravidezemforma.com.br/programa-gravidez-em-forma

 

CORE – Importância e exercícios para sua função na gravidez e pós-parto

Por Gizele Monteiro – personal gestante – programa Gravidez e Mães em Forma

 

Core, sua importância e exercícios para sua função na gravidez e pós-parto

Core – centro do corpo – tronco e pelve

Core training – ação sobre o conjunto de músculos que controlam o centro do corpo.

Músculos do Core

Músculos do Core

Durante a gravidez há uma grande mudança sobre os músculos do “Core”, não só pelas alterações hormonais e fisiológicas, mas também pelas grandes mudanças biomecânicas impostas pelo bebê que cresce dentro do útero. É claro que essa volta e recuperação no pós-parto não acontece imediatamente e por isso deve ser respeitada.

Os exercícios que trabalham os músculos do core tem função muito importante sobre o controle postural, ajudando a manter ainda a estabilidade da coluna e prevenir dores, as tão indesejadas dores nas costas que gestantes e mamães normalmente sentem.

Além disso, ajudam a manter as funções do assoalho pélvico as quais vão sendo modificadas por ação hormonal durante a gravidez para preparar essa região para o trabalho de parto, portanto esses músculos vão ficando mais fracos e de certa forma mais soltos (com um tônus muscular diminuído) e os exercícios para o core auxiliam na manutenção desse controle.

A bola suíça é um excelente material para usar com a gestante (desde que se sinta confortável com esse material) porque por sua instabilidade aciona naturalmente essa função do core, para que a gestante se mantenha sentada e em equilíbrio, além disso ela é confortável para sentar-se porque molda-se ao corpo, ajustando-se na região do quadril, facilitando também o alinhamento postural.

Exercícios respiratórios adequados (sem bloqueios ou ventilações exageradas) para a grávida e para a recém-mamãe, com a atenção na movimentação das costelas, ação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico serão excelentes para a ação conjunta do core, não se esquecendo sempre da postura alinhada e reorganizada para tais exercícios, pois essa alinhada já se inicia a relação profunda de todo esse core.

Assoalho pélvico

Assoalho pélvico

A manutenção da ativação abdominal, a medida que eles vão sendo alongados pela gravidez ajudam no próprio controle postural, e dessa forma inicia-se o ciclo essencial para o bom desempenho de todo esse core, postura, manutenção de uma boa respiração e prevenção de dores.

A prática de exercícios respiratórios e em alinhamento postural ajudar a promover a atividade coordenada de todo esse conjunto de músculos.

 

Para ter um programa gestante especializado, equilibrado e saudável – acesse o site http://gravidezemforma.com.br/programa-gravidez-em-forma

Dor nas costas na gravidez

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante e Coach – Gravidez em Forma – programa online

 

A dor nas costas acomete muitas mulheres na gravidez.

Infelizmente poucas sabem que os exercícios aliviam as dores e outros desconfortos.

Dor nas costas na gravidez
Dor nas costas na gravidez

À medida que a barriga cresce durante a gravidez, o centro de gravidade do corpo da mulher muda e com isso todo o restante do corpo tem que fazer um ajuste. O movimento natural compensatório do corpo é inclinar o tronco um pouco para trás e isso faz com que a coluna lombar e o quadril sejam forçados, o que resulta em dores nas costas.

Essa compensação gera uma sobrecarga nos músculos da região lombar por causa do aumento de peso e uma mudança na forma de caminhar devido ao alargamento do quadril. Esses músculos na grande maioria das pessoas, incluindo gestantes são fracos e encurtados, o que complica e aumenta o risco da gestante ter dor lombar – a famosa dor nas costas.

“Tudo contribui para o incômodo que elas podem sentir”, afirma a personal gestante Gizele Monteiro, mestre pela Unifesp em exercícios na gravidez e autora do livro “Guia Prático de Exercícios para Gestantes” (Phorte Editora) e do e-book “Gravidez em Forma” (encontrado pelo site gravidezemforma.com.br).

Em entrevista ao programa Bem Estar da rede Globo, mostrei vários exercícios que aliviam e previnem as dores.  Também mostrei algumas mudanças ergonômicas que podem reduzir a pressão sobre essa região e evitar a dor nas costas.

Vale a pena assistir o vídeo!

 

Para acessar um programa que te ajude na prevenção das dores acesse o link oficial do programa << Quero conhecer o programa Gravidez em Forma – Clique aqui >>

Saiba como ter uma gravidez em forma e saudável para evitar dores e peso excessivo na gravidez.

Te espero lá!

Exercícios depois da gravidez – com quanto tempo posso voltar?

Por Gizele Monteiro – Personal gestante e Coach de mamães – programa Mães em Forma

 

O tempo para a volta a rotina de exercícios após o parto pode variar bastante.

Para iniciar qualquer prática de exercícios, você deve aguardar a liberação do seu obstetra, pois somente ele pode dizer como está sua recuperação do corpo e da saúde.

Se tudo estiver bem, normalmente temos para:

– parto normal – 30 a 40 dias

– parto cesárea – 45 a 60 dias

Há médicos que já liberam com tempo inferior a esse, principalmente quando a mulher sempre fez exercícios.

É importante DESTACAR que você não deve voltar a sua antiga rotina de exercícios. O primeiro passo é avaliar se você tem uma diástase. O segundo, buscar um programa especializado, pois vários exercícios não devem ser realizados e outros adaptados.

O programa Pós-parto em Forma atende essas necessidades. Tanto na segurança, quanto na especialidade em direcionar o que você deve fazer, o programa apresenta resultados incríveis para a volta da barriga e do corpo.

 

<< Veja resultados em nosso página >>

 

Considerações importantes para a volta:

Um ponto importante para a mamãe se motivar é que a atividade física acelera a recuperação do corpo, organizando postura, ajudando na volta da barriga e também ao peso se esse foi excessivo durante a gravidez.

É importante manter uma hidratação antes, durante e depois do exercício. Dessa forma você não afeta a quantidade leite.

A intensidade do treino deve ser leve-moderada para que também não haja interferência no sabor do leite, interferindo de forma indireta na produção de leite pela não aceitação do bebê a esse sabor.

 

Exercícios especiais após a gravidez
Exercícios especiais após a gravidez

 

Mas o que fazer?

Buscar atividades mais leves para iniciar, como caminhada, alongamentos, exercícios posturais e de leve fortalecimento.

Importante – tanto no parto normal como na cesárea não inicie atividades em água como a hidroginástica, natação antes da liberação do obstetra. É importante aguardar o fechamento do colo uterino, evitando a possibilidade de algum tipo de infecção.

Exercícios em casa elaborados por um personal gestante – como é o caso do programa Pós-parto em Forma, é uma solução interessante para essa fase tão delicada e que você mamãe não consegue ainda ter uma vida tão dinâmica. Pode inclusive aproveitar momentos com o bebê, realizando uma caminhada com o carrinho quando o pediatra liberar sua saída.

Aproveite o tempo de sono do bebê e realize alguns exercícios posturais, de alongamento e para a recuperação da barriga, para aliviar o estresse e a ansiedade e também reorganizar o seu corpo.

 

ENTREVISTA COM A PERSONAL GESTANTE GIZELE MONTEIRO

Veja a minha entrevista com a Carol Minhoto (TV Gazeta) sobre a volta da barriga depois da gravidez.

http://vocebonita.tvgazeta.com.br/saude/item/como-recuperar-a-forma-apos-o-parto?category_id=38

Adoçantes na gravidez

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante e Coach – programa Gravidez em Forma

 

O uso de adoçantes na gravidez: uma análise dos produtos disponíveis no Brasil.

Os adoçantes são freqüentemente utilizados por mulheres em idade reprodutiva.

Adoçante na gravidez
Adoçante na gravidez

 

Esta é uma revisão narrativa da literatura a respeito dos adoçantes atualmente comercializados no mercado brasileiro.

Existem poucas informações sobre o uso da sacarina e ciclamato na gestação, e seus efeitos sobre o feto.

Devido às limitadas informações disponíveis e ao seu potencial carcinogênico em animais, a sacarina e o ciclamato devem ser evitados durante a gestação (risco C). O aspartame tem sido extensivamente estudado em animais, sendo considerado seguro para uso na gestação (risco B), exceto para mulheres homozigóticas para fenilcetonúria (risco C). A sucralose e o acessulfame-K não são tóxicos, carcinogênico ou mutagênicos em animais, mas não existem estudos controlados em humanos. Porém, como esses dois adoçantes não são metabolizados, parece improvável que seu uso durante a gestação possa ser prejudicial (risco B). A estévia, substância derivada de uma planta nativa brasileira, não produz efeitos adversos sobre a gestação em animais, porém não existem estudos em humanos (risco B).

Os agentes de corpo usados na formulação dos adoçantes (manitol, sorbitol, xilitol, eritrol, lactilol, isomalte, maltilol, lactose, frutose, maltodextrina, dextrina e açúcar invertido) são substâncias consideradas seguras para o consumo humano.

Conclusão: segundo as evidências atualmente disponíveis, o aspartame, a sucralose, o acessulfame e a estévia podem ser utilizados com segurança durante a gestação.

Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, vol. 29, n.5 (2007). Torloni e colaboradores. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-72032007000500008&script=sci_arttext - Resumo do artigo.