Obesidade e má postura estão entre causas do bico-de-papagaio

Profa. Ms Gizele Monteiro

Infelizmente a postura não é um tema em que os profissionais estão muito preocupados. A matéria a seguir mostra como a postura inadequada pode afetar a sua coluna e trazer além de dores, problemas permanentes que interferirão seriamente na qualidade de vida do indivíduo.

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Boa leitura!

ALESSANDRO REIS – Revista da Hora

Se você tem mais de 60 anos e sente dores nas costas, é possível que esteja sofrendo de uma doença popularmente conhecida como bico-de-papagaio, que se manifesta na coluna vertebral. Trata-se de uma forma de artrose, que é o desgaste das articulações do corpo.

“O bico-de-papagaio ou a osteofitose se manifesta quando os ligamentos e as cartilagens que envolvem as vértebras se calcificam, como forma de estabilizar a estrutura desgastada. O problema tem maior incidência na região lombar, mas pode atingir outras partes da coluna”, esclarece o ortopedista Gilberto Anauate, coordenador do pronto-socorro de ortopedia do Hospital Santa Paula.

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Segundo Anauate, as dores são causadas pela própria rigidez da coluna, na qual as vértebras afetadas pressionam nervos e músculos. O especialista afirma que, além da idade, outros fatores podem causar a formação do bico-de-papagaio. “Hereditariedade, má postura, obesidade, sedentarismo, fraturas e doenças reumáticas também contribuem para desgastar as articulações e levar à calcificação das vértebras. Porém, quando uma pessoa mais jovem sofre de dor nas costas, a origem do desconforto é muscular em 80% das vezes.”

O ortopedista Marco Aurélio Silvério Neves, do Hospital São Camilo, diz que a osteofitose não tem cura, mas pode ser controlada. “É um processo irreversível e progressivo, mas 95% dos casos são leves e têm controle mais fácil. Fisioterapia e correção postural ajudam a recuperar a estabilidade e, em casos extremos, há cirurgias e próteses para compensar o desgaste e a calcificação.”

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Também existem medicamentos recentes para tratar a artrose, capazes de prevenir o depósito de cálcio nas regiões afetadas. Para a dor, são indicados analgésicos e antiinflamatórios. “Seguindo certos cuidados e utilizando a medicação correta, a pessoa consegue controlar a doença e os sintomas satisfatoriamente. Dá para viver bem com isso”, complementa Anauate.

E como prevenir? “Exercícios regulares de baixo impacto reforçam os músculos que dão sustentação à coluna. Também é necessário controlar a postura, principalmente no ambiente de trabalho”, recomenda Neves. Anauate salienta que o acompanhamento médico constante faz a diferença. “É preciso ficar atento em relação a eventuais dores na coluna vertebral. Agindo precocemente, a pessoa pode evitar que o problema se agrave, sobretudo nos casos de má postura”, alerta o ortopedista. Ao trabalhar no computador, por exemplo, ele considera importante usar cadeira giratória, com apoio para os braços e os pés, além de suporte para os pulsos no teclado.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u403821.shtml

Gizele Monteiro

Gizele Monteiro

É a maior especialista em Diástase e recuperação da barriga do Brasil e hoje tem alunas em mais de 70 países. Criadora dos Programas Online Mães Sem Diástase, Gravidez Sem Diástase, Pronta para Engravidar, já ajudou mais de 26 mil mulheres a conquistarem o sonho de ter a barriga reta, reverter a diástase sem cirurgia, sem remédio, sem tratamentos estéticos e nessa transformação recuperarem sua autoestima. Autora do primeiro livro no mundo sobre Diástase - Vencendo a Diástase - Buzz Editora.

É a maior especialista em Diástase e recuperação da barriga do Brasil e hoje tem alunas em mais de 70 países. Criadora dos Programas Online Mães Sem Diástase, Gravidez Sem Diástase, Pronta para Engravidar, já ajudou mais de 26 mil mulheres a conquistarem o sonho de ter a barriga reta, reverter a diástase sem cirurgia, sem remédio, sem tratamentos estéticos e nessa transformação recuperarem sua autoestima. Autora do primeiro livro no mundo sobre Diástase – Vencendo a Diástase – Buzz Editora.

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