“Especial Gestantes” – Mais Vida Gestantes – Cia Athletica – Zazou

O programa Mais Vida Gestantes estará participando do ”Especial para Gestantes” realizado na Academia Cia Athletica –
unidade Anália Franco. O evento terá um worshop com a personal gestante Gizele Monteiro, idealizadoras do Mais Vida Gestantes e uma aula prática com Luciana Flor e Cibele Alves, professoras da Cia Atlhetica.

Foram convidadas também as futuras mamães, isto é, mulheres que desejam engravidar e já pensam em preparar seu corpo para esse momento.

O workshop ministrado pela persona gestante Gizele terá a duração de 60 minutos com o tema “Alongamento e Massagem para a Prevenção e Alívio de Tensões Musculares e Dores Gestacionais”. O conteúdo será mesclado entre teoria e prática para os papais e mamães saberem como aliviar os incômodos e dores comuns: câimbras, dores nas costas, inchaços, tensões nos ombros devido as mudanças posturais e corporais da gestação com exercícios de alongamento suaves e massagens. O papai participará realizando as massagens na mamãe e também a mamãe aprenderá o que fazer quando o papai não estiver por perto, por exemplo, no seu trabalho.

O Especial Gestante contará com a participação e parceria da Zazou – Moda Gestante, onde as convidadas serão presenteadas com descontos e sorteios.

Personal Gestante Gizele Monteiro
Personal Gestante Gizele Monteiro

Voltando a Forma depois da Gravidez

VOLTANDO A FORMA DEPOIS DA GRAVIDEZ – “EXERCÍCIOS NO PÓS-PARTO”

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante

Muito se fala das alterações do corpo da mulher durante a gravidez, mas o período Pós-parto é um momento de grandes transformações também. O corpo apesar de já dar sinais de retorno desde o primeiro momento, leva um tempo para voltar à forma final. Os seios e o abdome barriga continuam aumentados e as pernas também permanecem inchadas e de forma geral em 6 meses a maioria das funções já estão normalizadas, mas algumas podem persistir por até 1 ano. Porém além desse retorno ser individual, mulheres que se cuidam e se mantém ativas tendem a acelerar o processo.

Toda a “mudança corporal” que ocorreu é justificável, afinal, seu bebê precisava de condições adequadas para se manter saudável e vir ao mundo.

Além das mudanças corporais, há também a mudança na vida da mulher. Fica difícil se encarar e perceber que há ainda um árduo trabalho pela frente, e não estamos nos referimos ao cuidar da criança, mas do tratar do seu corpo e tomar uma decisão: ficar com a forma atual ou voltar a velha forma, ou até melhor? Talvez esse seja o momento da virada, pois muitas mulheres desenvolvem a obesidade entre o período gestacional e o pós-parto.

Logo na primeira semana após o parto, a mulher chega a perder de oito a nove quilos. No próprio parto, são cerca de seis quilos perdidos. Mas o que mais incomoda mesmo são os quilos ganhos durante o processo. A mulher pode aumentar o peso em até 12 quilos (valores estimados por média, mas que não se enquadram a todas as mulheres).

A amamentação pode contribuir para a segunda etapa, pois exige um alto gasto energético.

A partir daí, dois processos tornam-se importantes, principalmente se a mulher aumentou muito o seu peso durante a gestação ou já engravidou acima do peso: os cuidados para uma boa alimentação e o exercício físico.

O exercício físico nessa fase terá influência positiva mesmo para mulheres que nunca o realizaram. Deve ser direcionado conforme a necessidade da mulher, se emagrecer, se está com dores nas costas, se precisa de reorganização postural, etc. Para isso o programa deve ter uma avaliação física realizada por um profissional que entenda o que ocorreu no período gestacional e qual a necessidade atual da mulher.

O programa Pós-parto em Forma foi preparado para atender todas as necessidades do seu corpo.

O conforto do programa é que você pode realiza-lo na sala da sua casa, com materiais simples e exercícios fáceis e selecionados para pontos do seu corpo que precisam ser trabalhados.

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Informações – e-mail – [email protected]

Riscos da obesidade na Gravidez

Profa. Ms Gizele Monteiro

Hoje a obesidade é um tema de preocupação mundial. A gravidez é um momento marcante na vida da mulher e todos os cuidados são importantes, tanto do ponto de vista nutricional, quanto na mudanças no estilo de vida e aderência ao exercício. Muitas mulheres desenvolvem sobrepeso e obesidade nessa fase.

O estudo desenvolvido pelos autores Mendonça e colaboradores em 1997 em gestantes obesas que foram atendidas em maternidades näo-governamentais, maternidades governamentais e em clínica privada, totalizando 250 gestantes, já mostrava a importância para a saúde da mulher e do bebê.

Os autores observaram que:

– gestantes obesas apresentam elevados índices de recém-nascidos grandes para a idade gestacional, têm alta freqüência de Doença Hipertensiva Específica da Gravidez, como também são constantes os casos de Diabetes Melittus.

– os trabalhos de parto são demorados, e face ao peso dos conceptos, são frequentes as lacerações do trajeto, como também as feridas perineais, que se infectam com facilidade, sendo elevados os casos de infecções da parede abdominal causadas pela deficiente higienizaçäo das gestantes.

Os autores concluem que a obesidade em gestantes deve ser controlada com regime dietético adequado, e por ser frequente o parto distócico, recomendam a prevalência da cesariana em primigestas obesas com macrossomia fetal, aconselhando, ainda que a anestesia preferida deve ser a de condução, e por fim, que a gravidez em mulheres obesas deve ser considerada de risco elevado.

Mendonça et al (1997). Obesidade e gravidez / Obesity and pregnancy. J. Bras. Ginecol. 107(1/2):17-22.

Saiba mais sobre nossos programas e atendimentos: e-mail – [email protected] ou fone – (11) 2867.3307 / 7871.4162.

Redução de sobrepeso do bebê – benefício do exercício na gravidez

Exercício na gravidez reduz risco de sobrepeso no bebê

GABRIELA CUPANI – Folha de S.Paulo (02/11/2009 – 11h37)

Praticar exercícios durante a gravidez diminui o risco de dar à luz um bebê com excesso de peso ao nascer. A conclusão é de um estudo norueguês, feito pelo Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo.

Para chegarem ao resultado, os pesquisadores avaliaram dados de 36.869 mulheres que tiveram gestações a termo.

Os autores também ajustaram informações que poderiam interferir no excesso de peso, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia, entre outros.

As grávidas responderam a dois questionários sobre hábitos de atividade física entre a 17ª e a 30ª semana de gravidez.

Editoria de Arte/Folha Imagem

A análise dos dados revelou que quem se exercitava regularmente -pelo menos três vezes por semana em atividades como natação, caminhada, bicicleta e dança- teve um risco entre 23% e 28% menor de gerar um bebê com sobrepeso.

O estudo também constatou que a atividade física regular antes da gravidez não afetou essa probabilidade.

Segundo os autores, não havia estudos com dados consistentes em relação ao tema.

“O trabalho traz amparo científico ao que já se observava na prática”, diz o ginecologista e obstetra Alberto D’Auria, diretor da maternidade Santa Joana, em São Paulo.

“O resultado faz sentido porque grande parte dos casos de macrossomia [crescimento excessivo do feto] são relacionados ao diabetes gestacional”, comenta o educador físico Marlos Rodrigues Domingues, da Universidade Federal de Pelotas (RS). Ele é um dos autores de um estudo sobre atividade física na gestação, que avaliou mais de 4.000 mulheres.

Excesso de glicose

Mesmo sem desenvolver o diabetes, muitas grávidas apresentam um estado de resistência à insulina. Isso leva ao aumento do açúcar em circulação no sangue. Com a alta da glicemia, o bebê acaba sendo alimentado excessivamente. Sabe-se que os exercícios ajudam a prevenir esse quadro.

Editoria de Arte/Folha Imagem

“O excesso de açúcar também leva o bebê a produzir mais insulina, que é um hormônio que faz crescer”, explica o obstetra Marcos Tadeu Garcia, do Hospital e Maternidade São Luiz e diretor da clínica de ginecologia e obstetrícia do Hospital Ipiranga, em São Paulo.

A macrossomia fetal é definida quando o bebê pesa mais de 4 kg ao nascer. O excesso de peso traz riscos à saúde da mãe e do bebê, como lacerações no períneo, hemorragias pós-parto, lesões no ombro do bebê, baixos índice no testes de Apgar (que mede a vitalidade do bebê ao nascer) e maior chance de obesidade no futuro.

Atualmente, os exercícios na gravidez costumam ser encorajados a gestantes que não tenham nenhuma contraindicação. De modo geral, para mulheres sedentárias os médicos recomendam esperar o término do primeiro trimestre.

As grávidas que já praticavam esportes não precisam esperar três meses e podem apenas fazer ajustes no ritmo.

“A regra é: a atividade deve ser feita sem desconforto e isso vale principalmente para o aspecto da intensidade”, diz Domingues. “A mulher deve fazer atividades em que se sinta bem, sem esforço excessivo.”

“Ela não deve ficar ofegante, precisa evitar o hiperaquecimento e controlar a hidratação”, avisa Garcia.

“Recomendo exercícios que não tenham impacto sobre as articulações e que não exijam muito do coração, como a hidroginástica”, diz D’Auria. “Não recomendo a corrida pois essa atividade tem impacto sobre útero e bexiga.”

Editoria de Arte/Folha Imagem