Preservando seu assoalho pélvico na gravidez

Por Gizele Monteiro – Personal Gestante by Gravidez e Pós-parto em Forma

 

A gravidez apresenta um conjunto de desafios para sistema músculo-esquelético de uma mulher. Abdômen e pelve sofrem muitas mudanças durante este período. Estas mudanças são causadas por uma variedade de fatores que incluem alterações anatômicas, influência de hormônios, posição e tamanho do bebê. Além disso, essas mudanças podem predispor a dores as quais podem permanecer até o pós-parto, como exemplo temos a dor pélvica. Também pode ocorrer perdas de urina ao tossir, espirrar ou realizar algum movimento como saltitos.

Esses sintomas de perdas ou escapes de urina podem ser prevenidos ou amenizados com exercícios específicos. Após o parto, se esses sintomas durarem mais de seis semanas após o parto, deve-se buscar orientação profissional e uma avaliação com um fisioterapeuta.

 

O que está acontecendo?

Assoalho pélvico na gravidez
Assoalho Pélvico na Gravidez – teoria do bote

Essa figura a direita pode exemplificar. Ela retratam um barco em um deslizamento, e nos ajuda a visualizar o papel dos ligamentos e músculos do assoalho pélvico em apoiar os órgãos na pelve.

No primeiro, o deslizamento do barco representa os ossos da pelve, o barco representa os órgãos pélvicos, incluindo um útero grávido, a água representa os músculos do assoalho pélvico e fáscia (tecido conjuntivo), e as cordas que prendem o barco representam ligamentos.

No segundo, você pode ver que, se os músculos do assoalho pélvico são fracos (ou seja, não há água suficiente), então os órgãos pélvicos não estão recebendo apoio suficiente a partir de baixo, o que coloca aumento da tensão sobre os ligamentos. Durante a gravidez, o útero se torna maior e mais pesado quando o bebê cresce, e mais pressão é colocada sobre os músculos do assoalho pélvico. A combinação de músculos fracos do assoalho pélvico e aumento da tensão nos ligamentos pélvicos podem causar dor, bem como incontinência do intestino e da bexiga.

Esses sintomas não devem ser aceitos como “normais” na gravidez. Eles podem ser aliviados com exercícios muito fácil e simples.

 

Gizele Monteiro

Gizele Monteiro

É a maior especialista em Diástase e recuperação da barriga do Brasil e hoje tem alunas em mais de 70 países. Criadora dos Programas Online Mães Sem Diástase, Gravidez Sem Diástase, Pronta para Engravidar, já ajudou mais de 26 mil mulheres a conquistarem o sonho de ter a barriga reta, reverter a diástase sem cirurgia, sem remédio, sem tratamentos estéticos e nessa transformação recuperarem sua autoestima. Autora do primeiro livro no mundo sobre Diástase - Vencendo a Diástase - Buzz Editora.

É a maior especialista em Diástase e recuperação da barriga do Brasil e hoje tem alunas em mais de 70 países. Criadora dos Programas Online Mães Sem Diástase, Gravidez Sem Diástase, Pronta para Engravidar, já ajudou mais de 26 mil mulheres a conquistarem o sonho de ter a barriga reta, reverter a diástase sem cirurgia, sem remédio, sem tratamentos estéticos e nessa transformação recuperarem sua autoestima. Autora do primeiro livro no mundo sobre Diástase – Vencendo a Diástase – Buzz Editora.

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