Personal Training para mulheres com obesidade que desejam engravidar

Profa. Ms Gizele Monteiro

O Treinamento personalizado hoje vem ganhando um espaço importante entre pessoas que são consideradas grupos especiais como gestantes, obesos, diabéticos, etc. Essas pessoas tem a dificuldade de achar profissionais e programas adequados para as suas condições e aí entra e especialidade do profissional.

Para a mulher, a obesidade apresenta algumas características que podem comprometer o processo da gravidez e a perda de peso pode ajudar nisso.

Obesidade e dificuldades para engravidar

 

Mulheres com obesidade enfrentam dificuldades de engravidar devido aos vários problemas causados pela obesidade que afetam a ovulação. Os problemas ginecológicos e obstétricos não são poucos.

 

Quando conseguem engravidar, elas apresentam muito mais abortos e partos prematuros, diabetes gestacional, hipertensão arterial relacionada à gestação, pré-eclâmpsia, bebês demasiadamente grandes e com muito mais gordura corporal, hemorragias durante cesareanas, infecções de feridas cirúrgicas e complicações anestésicas. “Nessas mulheres, a perda de peso, antes da gestação, pode propiciar as condições necessárias não somente à concepção e à gestação, mas também ao exercício da maternidade de forma mais saudável e feliz”.

Um programa de exercícios direcionado para a perda de peso antes da gravidez pode ser positivo no processo.

O Método Mais Vida Gestantes® – Programa de Exercícios Pré-gravidez, Gravidez e Pós-parto, oferece dois tipos de atendimento para auxiliar nas orientações médicas:

– Programa Pré-Gravidez: programa de exercícios personalizados, com profissionais capacitados para esse atendimento. Tem o objetivo de preparar o corpo para esse período, focando o controle de peso e as necessidades músculo-esqueléticas.

– Atendimento Nutricional: uma equipe de nutricionistas que entendem das alterações e necessidades gestacionais.

Saiba mais sobre nossos programas e atendimentos: e-mail – [email protected] ou fone – (11) 2867.3307 / 7871.4162.

Personal Training para Gestantes com Transtornos Alimentares

Profa. Ms Gizele Monteiro

A gravidez é um momento em que a aplicação do exercício de forma personalizada é a mais indicada, pois isso possibilita resguardar a gestante e o feto de uma atividade intensa.

O Personal Trainer deverá ter um profundo conhecimento das mudanças corporais e fisiológicas da gestante.

Se a gestação já é um período delicado, podemos considerar o aparecimento de doenças ou distúrbios nesse período um fator de complicação, porém isso não significa que o exercício não possa ser aplicado e não tenha sua importância. No entanto o Personal deverá somar ao conhecimento da Gestação, o conhecimento da doença ou distúrbio.

O exercício físico hoje é considerado terapêutico para várias doenças pela sua ampla ação metabólica e hormonal.

Os transtornos alimentares são um exemplo do comentado. Os transtornos alimentares são doenças psiquiátricas caracterizadas por alterações de padrão e comportamento alimentar com critérios diagnósticos definidos pela American Psychiatric Association (APA) em seu Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), sendo os quadros mais frequentes a ANOREXIA e BULIMIA NERVOSA.

O exercício físico bem orientado pode atenuar a gravidade do transtorno, trazendo o bem-estar e amenizando, pelo equilíbrio psico-fisiológico, os quadros de reincidência.

O exercício físico regular traz uma satisfação psicológica e esse resultado é bem visto pela sociedade médica.

Método Mais Vida Gestantes – Programa de exercícios Pré-gravidez, Gravidez e Pós-parto oferece o atendimento para gestantes que apresentam transtornos alimentares.

Saiba mais sobre nossos programas e atendimentos: e-mail – [email protected] ou fone – (11) 2867.3307 / 7871.4162.

Profa. Paula Costa Teixeira

Educadora física do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo

Mestranda em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Dunker et al (2009). Transtornos alimentares e gestação – Uma revisão. J Bras Psiquiatr. 58(1):60-8.

Lesões no Ciclismo – Parte 1

Profa. Ms Gizele Monteiro

LESÕES E OVERUSE

Relataremos as regiões que freqüentemente sofrem uma carga estressante de contração durante a prática da atividade. Dessa forma, essas regiões tornam-se suscetíveis a entrar facilmente em fadiga. O uso dos exercícios de alongamento é um dos meios que são recomendados para o alívio dessas situações, devendo ser prescrito paralelamente com o treinamento de spinning os alongamento da musculatura dessas regiões. Também deve ser analisado através de uma avaliação postural se esses praticantes não apresentam problemas de encurtamentos musculares para essas regiões como, por exemplo, isquiotibiais ou musculatura da cervical, sendo prescrito um programa paralelo.

Um levantamento realizado por Pfeiffer (1994) mostra a distribuição de dores em homens e mulheres que competem em ciclismo, conforme apresentado na Tabela 1.

Tabela 1. Porcentagem de lesões em homens e mulheres (adaptado de Pfeiffer, 1994).

Região corporal

Homens

Mulheres

Coluna Lombar

3,8

16,5

Joelho

22,6

13,2

Membro inferior

12,3

9,9

Tornozelo/Pé

4,3

6,6

Segundo Caine et al. (1996) apud Andrade & Fleury (2003) as lesões na articulação do joelho são as mais freqüentes, confirmando a porcentagem observada na Tabela 1. Essas lesões desenvolvem-se quando os efeitos do estresse repetitivo excedem a capacidade da estrutura anatômica ou do tecido e dentre os fatores intrínsecos encontram-se as alterações biomecânicas, desequilíbrios musculares, fraqueza e/ou encurtamento muscular.

Depressão ou Fibromialgia? Novas informações para o diagnóstico

Profa. Ms Gizele Monteiro

Uma excelente fonte de informação segue com o artigo postado pelo Prof. Wagner Dantas sobre um tema muito comum e importante na qualidade de vida e saúde: depressão e fibromialgia. As pesquisas mais recentes têm levado a mudança na opinião de vários médicos e profissionais que atendem na área da saúde. O site traz outras informações sobre o efeitos clínico do exercício.

Confira!

Por Prof. Wagner S. Dantas


Dados sobre a relação entre DEPRESSÃO e DOR foram divulgados no último Encontro Mundial da Associação Americana de Psiquiatria, realizado entre 24 e 26 de maio, em Atlanta.

Os psiquiatras agora reafirmam o que os reumatologistas anunciaram em 1990: “que dores vagas e difusas, cefaléia, insônia, dor nas costas, problemas digestivos, alterações no apetite, fadiga entre outros são sintomas incluídos na síndrome da fibromialgia”.

O nome não importa, mas um número crescente de médicos e pacientes estão se beneficiando com o tratamento com antidepressivos associados aos analgésicos.
Entretanto, a pesquisa revela que falta muito para identificar o diagnóstico adequado da depressão, por parte de médicos e pacientes em relação ao assunto, apontados pela pesquisa:

1)72% dos pacientes não sabiam que dores vagas ou difusas, de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais também eram sintomas da doença.

2) Somente 38% dos médicos acreditam que as dores físicas são sempre ou na maioria das vezes um sintoma da depressão ou fibromialgia.

3 ) 30% dos pacientes apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de 5 anos antes de receberem diagnóstico apropriado. Além disso, chegam a procurar um médico cerca de 5 vezes até ser constatado o quadro depressivo.

Atualmente, no mundo, cerca de 340 milhões de pessoas têm o diagnóstico de depressão, porém uma parcela pequena tem a depressão com dor que se constitue na fibromialgia

A depressão interfere na habilidade para trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades antes agradáveis. Tem como uma de suas causas uma disfunção no sistema nervoso central , resultando em um desequilíbrio nas concentrações de serotonina e noradrenalina, em conjunto ou separadamente. Estes dois neurotransmissores têm um papel muito importante no aparecimento e equilíbrio das emoções assim como na percepção de estímulos dolorosos relacionados à depressão e, portanto, aos sintomas físicos e emocionais mencionados anteriormente.

Sabe-se que há sintomas mais relacionados ao desequilíbrio da serotonina e outros ao da noradrenalina. Os antidepressivos com ação dupla cumprem esse papel e dentre eles, o mais recente é a duloxetina cujo mecanismo de ação caracteriza-se pela atuação sobre esses dois neurotransmissores de forma balanceada e potente.

Fonte: Associação Americana de Psiquiatria

EXERCÍCIOS FÍSICOS TÊM SIDO UTILIZADO COMO UM DOS MEIOS DE MELHORAR OS QUADROS DE DEPRESSÃO, STRESS E TAMBÉM A FIBROMIALGIA.

“Procure um profissional especializado em exercícios nessas doenças para atendê-lo.”