Bruxismo (ranger de dentes) – Programa de Exercícios

Profa. Ms Gizele Monteiro

bruxismo ou ranger os dentes é um movimento involuntário, incontrolável dos músculos da mastigação com esfregamento dentário, de forma rítmica durante o sono ou, menos prejudicialmente, durante o dia.

Pode afetar todas as idades em cerca de 15% das pessoas. A incidência é maior nas mulheres que nos homens.

O ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia formam um problema progressivo que o paciente freqüentemente não nota e só é apercebido se prestar atenção na própria tensão muscular ou se o rangido noturno é escutado por outrem.
A frequência e a severidade podem variar a cada noite e geralmente está relacionada ao alto nível de estresse emocional e físico. 
Pode causar desgastes nos dentes, dores de cabeça e distúrbios da articulação temporomandibular.
Muitas pessoas com má postura na região torácica e cervical também são afetadas, pois a má postura coloca em sobrecarga os músculos desse região, reposicionando a cabeça e consequentemente afetando a articulação temporomandibular. Essa sobrecarga gerada nos músculos mastigatórios torna-se um potente ativador e perpetuador de Pontos-Gatilho – pontos de tensão (TRAVELL e SIMONS, 1983).
Certas posições adotadas para dormir podem exercer uma força lateral na mandíbula, contribuindo para a incidência e a severidade do bruxismo noturno (COLQUITT, 1987).

Diagnóstico:

O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações como desgastes nos dentes, dores na musculatura mastigatória, estalidos nas articulações, perdas ósseas na mandíbula e maxilar, travamento das articulações temporomandibulares etc.

Tratamento:

– Buscar um cirurgião-dentista,
– Analisar se há estresse e tensão muscular,
– Procurar um programa de exercícios para reorganização postural e alívio das tensões da região (veja outros artigos no site sobre tensão muscular –

Programa para Prevenção

Um programa de exercícios para a prevenir e amenizar o bruxismo dever conter além dos exercícios de alongamento, várias orientações posturais, ergonômicas e também atividades de relaxamento.

A tensão muscular hoje, por causa do estresse diário, tem sido responsável pelo aparecimento de muitas dores e podem levar a má postura, assimetrias, desequilíbrios e encurtamentos musculares.

Elaboramos programas de exercícios a partir de uma avaliação postural, força, flexibilidade e de tensão muscular.

Mais informações: [email protected] – Fone (11) 2867.33.07

Dor nas costas – sintomas da hérnia de disco

Profa. Ms Gizele Monteiro

Se você tem dor nas costas, uma das causas pode ser hérnia de disco. Veja nesse texto algumas características e procure um especialista.

Diagnóstico

O médico revisará sua história clínica, incluindo todo o histórico que você pode ter apresentado anteriormente. Ele então irá fazer perguntas específicas sobre sua dor quanto:

oÀ freqüência e intensidade da dor,

oÀ localização (se fica restrita às costas ou se espalha para o ombro, braços, tórax, nádegas ou pernas?),

oÀ época de aparecimento,

oAo fator desencadeante (movimento brusco, carregamento de peso, etc),

oAos fatores de melhora ou piora,

oÀ influência do repouso no desaparecimento ou não da dor,

oAos sintomas associados (sensibilidade, perda de controle das fezes ou urina, etc).

Depois ele fará um exame físico completo para descartar outras doenças que possam causar dor nas costas.

Com um exame mais detalhado de suas costas ele irá procurar diferenças entre seus lados direito e esquerdo (assimetria), espasmos musculares, curvatura anormal (lordose, escoliose, cifose, etc), limitação dos movimentos, falta de flexibilidade, áreas de formigamento ou de maior ou menor sensibilidade.

O médico solicitará radiografias da coluna, uma tomografia computadorizada (TC) ou até uma Imagem de Ressonância Magnética (IRM) se o diagnóstico inicial não estiver claro, se os sintomas persistirem ou piorarem depois de várias semanas de tratamento, ou se ele estiver considerando uma cirurgia. O médico também pode recomendar uma eletromiografia, um exame que analisa o músculo e a função dos nervos para identificar locais de compressão ou irritação nervosa.

Prevenção

Em muitos casos, não é possível prevenir uma hérnia de disco. Porém, se você sofreu de uma hérnia de disco no passado, você pode diminuir suas chances dela entrar em crise novamente:

oEvitando atividades que requerem levantamento de peso pesado ou dobrar a coluna repetitivamente,

oPraticando boa postura,

oMantendo um peso saudável,

oSeguindo um programa de exercícios adequado, regular e individualizado com o objetivo de melhorar a força muscular de suas costas e melhorar a flexibilidade do abdome e nas costas.

Qual médico procurar?

Procure um ortopedista (especializado em coluna) ou neurocirurgião imediatamente se você desenvolver dor nas costas, especialmente se você também tem dor ou sensibilidade em seus braços ou pernas ou perde controle de seus intestinos ou bexiga.

Programa para Prevenção de Dores

A tensão muscular hoje, por causa do estresse diário, tem sido responsável pelo aparecimento de muitas dores e podem levar a má postura, assimetrias, desequilíbrios e encurtamentos musculares.

Elaboramos programas de exercícios a partir de uma avaliação postural, força, flexibilidade e de tensão muscular.

Mais informações:

[email protected]

(11) 2867.33.07

Hipermobilidade – como identificar?

Profa. Ms Gizele Monteiro

Conceituação – o que é hipermobilidade?

Um ponto muito importante para os professores de Ed. Física que trabalham com crianças e jovens é saber identificar uma grande tendência genética para a flexibilidade, sendo apresentada como hipermobilidade ou hiperflexibilidade.

Hipermobilidade é, portanto uma amplitude acima do normal em uma ou mais articulações. Conhecida também como síndrome de hipermobilidade articular familiar (SHMAF) representa uma variação da mobilidade das articulações normais sem a presença de doença do tecido conjuntivo (Lompa et al., 1998).

O excesso de flexibilidade pode desalinhar a biomecânica normal do complexo músculo-articular e criar eventuais danos aos tecidos musculares, comprometendo a estabilidade músculo-articular e tornando possivelmente tão prejudicial quanto a pouca flexibilidade para o desempenho atlético (Achour Júnior, 1999).

Como a hipermobilidade pode ser identificada e avaliada?

Para identificarmos a hipermobilidade dispomos de testes simples, que demonstram as principais articulações onde a criança pode apresentar essa amplitude excessiva.

1. Hiperextensão dos joelhos formando ângulo maior que 10 graus;

2.Hiperextensão dos cotovelos formando ângulo maior que 10 graus;

3. Hiperextensão do dedo formando ângulo maior que 90 graus ou Hiperextensão dos dedos sobre região dorsal do antebraço, formando ângulo de 90 graus (em paralelo);

4. Aproximação passiva do polegar sobre a região ventral do antebraço, até encostá-lo;

5. Flexão da coluna, mantendo os joelhos estendidos, até encostar as palmas das mãos no chão

Como interpretar o teste segundo os critérios acima relacionados?

Pontuação para os critérios acima relacionados no estudo foram:

Critérios de 1 a 4:

♦ 0 (zero) no caso da manobra não ser realizável,

1 (um) se a manobra fosse positiva em apenas um dos lados (direito ou esquerdo)

2 (dois) se fosse positiva em ambos os lados.

Critério 5:

0 (zero) se a manobra fosse negativa ou não for realizada,

1 (um) se fosse positiva.

O escore poderia variar de 0 a 9 pontos. No estudo para o diagnóstico de hipermobilidade foram usados a contagem:

A)3 critérios positivos ou mais;

B)4 pontos positivos ou mais;

C)5 pontos positivos ou mais.

Hipermobilidade – importância da identificação

Profa. Ms Gizele Monteiro

Sempre colocamos em nossas palestras a importância da identificação (ou diagnóstico) da hipermobilidade para quem trabalha com criança. Muitas queixas de dores estão relacionadas aos critérios de mobilidade elevado em vários segmentos corporais.

A reportagem adiante mostra a necessidade dos educadores físicos conhecerem um pouco mais sobre a hipermobilidade.

Hipermobilidade pode causar problemas de saúde, diz especialista

Agência Estado – Por AE

São Paulo – A fisioterapeuta Neuseli Marino Lamari, professora da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), afirma que a hipermobilidade – nível de flexibilidade articular exagerado – pode causar sérios problemas de saúde. Segundo ela, a hipermobilidade não é uma doença, mas um defeito genético dos tecidos, que desencadeia a frouxidão das articulações corporais. O problema é que o diagnóstico é ainda precário.

“Há muitas pessoas que procuram os consultórios reclamando de dores no corpo e o diagnóstico de hipermobilidade nunca foi feito. O ideal seria que em toda rotina de exame físico se incluísse o teste para detectar o portador. Mas este teste ainda é desconhecido pela maioria dos profissionais da saúde.”

Lamari diz que essa flexibilidade exagerada não tem cura e que o paciente deve tomar alguns cuidados, como não realizar tarefas repetitivas, reeducar-se quanto à postura, evitar esportes de impacto e fazer exercícios especiais. As mulheres, que apresentam maior incidência da hipermobilidade, devem realizar atividades para o fortalecimento da musculatura que sustenta a bexiga e o intestino.

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/hipermobilidade-pode-causar-problemas-saude-diz-especialista-647524.shtml

Grávidas obesas são incentivadas a não ganhar peso para emagrecer após parto

Profa. Ms Gizele Monteiro

Grávidas obesas são incentivadas a não ganhar peso para emagrecer após parto

Nyre Paten ganhou tão pouco peso durante sua recente gravidez que alguns de seus vizinhos nem mesmo perceberam sua condição. Alguns dias antes de dar à luz, ela pesava apenas um quilo a mais do que em sua primeira visita pré-natal.

Porém, Paten, de 35 anos e moradora do Bronx, tinha recebido ordens médicas para não ganhar mais que 5 ou 7 quilos –ela já tinha cerca de 50 quilos de sobrepeso.

Um quinto das mulheres grávidas nos Estados Unidos sofre de obesidade. Cada vez mais médicos estão aconselhando essas mulheres a cuidar do peso se quiserem uma gravidez fácil e um parto tranquilo. Em maio, o Instituto de Medicina divulgou diretrizes reduzindo o mínimo recomendado de ganho de peso para mulheres obesas, de 7 para 5 quilos.

Agora, um grande experimento de quatro anos, chamado Mães Saudáveis, está indo mais longe, tentando evitar que mulheres obesas grávidas ganhem qualquer peso. Se elas aumentarem de peso, os pesquisadores querem que seja limitado a 3% de seu peso inicial, ou cerca de 2,5 kg para uma mulher que pesa 85 kg.

“A gravidez é o que chamamos de momento educável, uma época em que as mulheres estão dispostas a realizar mudanças positivas de comportamento, pois isso é importante para sua própria saúde e para a do bebê”, disse Dra. Kathleen M. Rasmussen, professora de nutrição na Universidade Cornell e diretora do comitê do instituto sobre o ganho de peso durante a gravidez.

Enquanto muitas mulheres deixam de fumar ou beber durante a gravidez, Rasmussen diz que “três quartos das grávidas com sobrepeso ou obesas estão engordando fora dos padrões recomendados”.

Grupos de apoio

Mulheres envolvidas no experimento Mães Saudáveis se reunirão privadamente com um nutricionista e participarão de grupos semanais de apoio comandados por especialistas em gerenciamento de peso. Elas serão estimuladas a seguir um plano de alimentação, baseado em comidas com baixo teor de gordura, com ênfase em frutas, vegetais, grãos, carne magra e laticínios de pouca gordura, além de consumir apenas uma média de duas mil calorias por dia.

Se isso parece drástico, muitos especialistas dizem que as mulheres precisam de um adicional de apenas 300 a 400 calorias diárias para sustentar uma gravidez. Embora algum ganho de peso seja devido a alterações normais em tecidos uterinos e dos seios, assim como peso do feto, placenta e excesso de fluidos, um número significativo de mulheres obesas não engorda durante a gravidez – e mesmo assim parece demonstrar resultados saudáveis.

“Por muitos anos, o ensinamento clássico tem sido: se você está grávida, tem que ganhar peso, e existe todo o conceito de comer por dois”, disse Dra. Kimberly K. Vesco, pesquisadora do Centro de Pesquisa de Saúde Kaiser Permanente, em Portland, Oregon, e obstetra e ginecologista praticante que irá dirigir o estudo Mães Saudáveis. A verdade, segundo Vesco, é que “você tem de comer mais, mas não precisa comer muito mais”.

Quebrando o ciclo

Restrições de peso na gravidez não são novidade: ao longo do século 19 e grande parte do século 20, pedia-se que as mulheres engordassem menos de 10 kg para reduzir o risco de complicações e cesarianas. As diretrizes foram relaxadas nas décadas de 70 e 80, à medida que as cesarianas se tornavam mais seguras e foram descobertos os riscos para bebês abaixo do peso.

Atualmente, as taxas crescentes de obesidade estão levando especialistas a questionar essa sabedoria. Pesquisadores estão começando a questionar se a obesidade da mãe poderia ser prejudicial ao feto em desenvolvimento –e, no fim, se poderia levar à obesidade infantil. Colocar freios no ganho de peso durante a gravidez pode ser uma oportunidade, em outras palavras, de quebrar o ciclo da obesidade.

Porém, as implicações de uma restrição severa no peso não são totalmente conhecidas. “É um experimento”, afirmou Rasmussen sobre a pesquisa de US$ 2,2 milhões, que recebe financiamento federal. “Precisamos de estudos experimentais que possam realmente nos mostrar que, se você fizer as mulheres engordarem dentro de certo limite, isso irá melhorar seus resultados”.

Alguns dados, de estudos observacionais, sugerem que mulheres obesas que limitam seu ganho de peso podem ter uma gravidez mais saudável e um parto mais fácil; os médicos esperam que elas também possam evitar ter peso extra para perder após o parto.

Entretanto, existem preocupações. A principal é que as mulheres que não ganharem peso na gravidez irão queimar gordura para obter energia, produzindo compostos de ácidos chamados cetonas, que podem ser prejudiciais ao feto. Estudos realizados com mulheres diabéticas e animais descobriram que bebês nascidos de mulheres com mais cetonas no sangue tinham QI menor que outros bebês, afirmou Dra. Naomi E. Stotland, professora assistente de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas da Universidade da Califórnia, em São Francisco.

“O que não sabemos é: o fato de a mulher não ganhar peso gera algum efeito no desenvolvimento neurológico dos bebês, ou outros efeitos adversos?”, disse Stotland. “Algumas dessas mulheres podem estar perdendo massa gorda, e a questão é: perder massa de gordura durante a gravidez, quando se está em uma categoria superior de IMC, é seguro para o bebê?”

Pós-parto

O estudo Mães Saudáveis acompanhará as mulheres durante a gravidez, para descobrir quando peso elas ganham, o tamanho de seus bebês e quanto peso elas retêm um ano após o parto, examinando complicações, o crescimento do bebê, hábitos alimentares e se a mãe continua com um estilo de vida mais saudável após o nascimento. Céticos dizem ser necessário acompanhar medidas adicionais, como o desenvolvimento cognitivo de longo prazo nos bebês.

Paten, a moradora do Bronx, saiu-se bem com sua gravidez, mas teve pressão alta e diabetes gestacional durante a gravidez e fez o parto por cesariana, apesar de seu gerenciamento de peso.

Seu filho, Brandon, que nasceu em 4 de setembro, pesava 4 quilos.

Após o nascimento de Brandon, ela fez um exame e se viu livre do diabetes, embora mais exames fossem necessários. E já havia perdido 11 kg.

Exercícios para Gestantes com Diabetes e Hipertensão

Por Gizele Monteiro – personal gestante

O Diabetes Gestacional (DG) complica 2-5% das gravidezes (dados dos Estados Unidos) e está associada com o aumento das taxas de complicações médicas da gravidez, bem como riscos a longo prazo, tais como obesidade e diabetes tipo 2, tanto para mãe e filho.

Emily Oken e colaboradores realizaram um estudo analisando a associação entre o exercício e o sedentarismo com o risco de DG e tolerância à glicose anormal.

Participaram do estudo 1.805 mulheres. Após um ajuste para idade, raça ou etnia, a história do DG, história familiar de diabetes e índice de massa corporal pré-gestacional, os dados dos autores mostram que as mulheres que realizam exercício vigoroso nos anos antes da gravidez apresentaram um risco reduzido de DG e tolerância à glicose anormal.

Mulheres que relataram exercício de intensidade leve a moderada e vigorosa durante a gravidez parecem ter um risco menor de DG e tolerância à glicose anormal quando foram comparadas com mulheres que relataram não realizar atividades em nenhum período.

Por se tratar de um grupo especial, a gestante diabética, ou que desenvolve o diabetes durante a gestação deve buscar um profissional que entenda da prescrição de exercícios durante a gravidez, mas também um profissional que entenda da prescrição de exercícios para grupos especiais.

Você pode ter mais entendimento de como sua alimentação é importante e também como é importante o controle de peso para sua saúde e de seu bebê. Você pode acessar meu “mini-curso gratuito” com 4 vídeos ensinando a importância da sua saúde e hábitos saudáveis para você e seu bebê.

Para receber os vídeos, clique no botão e cadastre-se no site.

 

Dúvidas … envie sua pergunta para meu e-mail – [email protected]

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Oken et al (2006). Associations of Physical Activity and Inactivity Before and During Pregnancy With Glucose Tolerance. Obstetrics & Gynecology. v108(5), pp 1200-1207.

Importância do Alongamento e da Massagem para a Tensão Muscular

Importância do alongamento e massagem na tensão muscular – Por  Gizele Monteiro – Personal Gestante

 

A cada dia mais buscas têm sido realizadas em nossos sites em razão de dores e tensões, isso parecer demonstrar que a cada dia mais pessoas sofrem de dores e tensões.

Nosso objetivo é sempre informar o leitor para que a partir do conhecimento teórico ele possa identificar na prática em seu corpo e também buscar ajuda de um profissional qualificado.

ENTENDENDO A TENSÃO MUSCULAR

É fato de que a tensão muscular pode vir a se tornar um problema fisiológico constante, gerando dores no corpo e até problemas mais sérios como desvios posturais e doenças miofasciais. Deve inicialmente bucar suas causas primárias.

A soma das tensões musculares adquiridas a partir da infância traduz, ao longo dos anos, uma ‘couraça muscular’, uma espécie de armadura que se forma por um processo de defesa do corpo. Desta maneira, vários sentimentos podem ser somatizados como: ansiedade, insegurança, medo, solidão, ressentimento, vergonha, etc.

IMPORTÂNCIA DA MASSAGEM E DO ALONGAMENTO

Uma das funções da massagem é atuar nas áreas mais atingidas e tensas, realizando uma ação de relaxamento e melhora do fluxo sangüíneo. Nesse aspecto, a massagem pode ser considerada como um agente atenuador primário pois age primeiro superficialmente no corpo físico, atingindo, a seguir, o corpo emocional da pessoa. Existe uma relação entre a tensão psicológica e muscular, isto é, entre o estado emocional da pessoa e sua tensão muscular, sendo que quando uma aumenta a outra também aumenta e vice-versa. Por isso é um dos efeitos da massagem e prevenção do estresse e atuando no campo emocional pela diminuição da tensão muscular. Fisiologicamente a massagem atua no sistema nervoso autônomo, regulando-o e dessa forma o sistema endócrino também é organizado em sua liberação hormonal. A massagem ainda atua no tecido conjuntivo e muscular, relaxando-o e organizando-o. Tudo isso leva a uma grande sensação de bem-estar.

O alongamento também possui ações fisiológicas semelhantes a massagem atuando de forma ainda eficiente nas fibras musculares e tecido conjuntivo melhorando a extensibilidade muscular e do tecido conjuntivo, com isso o músculo teria sua função melhorada. Ao organizar a postura atuando nos músculos encurtados, estes também tem sua função restabelecida.

Dessa forma as duas atividades devem ser direcionadas pelo educador físico ou fisioterapeuta na prescrição de exercícios para pessoas que apresentam problemas com tensão muscular.

Se você sofre com dores, tensões ou problemas posturais oferecemos um atendimento para avaliar e prescrever para as situações encontradas.

Encaminhe um e-mail para [email protected] ou acesse o contato de nosso site e saiba mais sobre o atendimento.

Gripe suína causa lesões e tem letalidade ligada a obesidade, indica estudo

Gripe Suína tem letalidade ligada a obesidade

Profa. Ms Gizele Monteiro

France Presse, em Washington – publicado em http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u663843.shtml

A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, causa lesões no conjunto das vias respiratórias, da traqueia aos alvéolos pulmonares, do mesmo modo que as mortíferas pandemias gripais de 1918 e 1957, revela um estudo publicado nesta terça-feira nos Estados Unidos.

Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde (National Institutes of Health) e autoridades sanitárias da cidade de Nova York analisaram amostras de tecidos de 34 pessoas mortas pela gripe suína e descobriram “uma variedade de lesões, tanto nas vias respiratórias superiores como nas vias inferiores”, assinala Jeffery Teubenberger, um dos autores do estudo publicado no site do “Archives of Pathology and Laboratory Medicine”.

Em todos os casos analisados a traqueia e os brônquios estavam inflamados e, em algumas vítimas, gravemente deteriorados.

Os pesquisadores observaram lesões nos brônquios em mais da metade dos casos (18), e em cerca de 75% das 34 vítimas analisadas (25) havia ferimentos até nos alvéolos pulmonares.

“Esse tipo de patologia nos tecidos respiratórios é similar ao observado nas vítimas das pandemias de gripe de 1918 e 1957”, declarou Taubenberger, especialista do Instituto Nacional americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID, sigla em inglês).

Em 9 a cada 10 casos as vítimas já tinham problemas de saúde –especialmente cardíacos e respiratórios–, deficiência do sistema imunológico ou estavam grávidas, algo também já observado nas pandemias de 1918 e 1957.

Mas o estudo revela uma nova característica, comum a 75% das vítimas fatais da gripe suína: a obesidade.

“A obesidade não foi associada às pandemias precedentes e a ligação entre a obesidade e a gripe não está clara”, destaca Taubenberger.

Dor de Cabeça ou Tensão Muscular

Profa. Ms Gizele Monteiro

Um dos temas mais acessados em nosso blog é sobre DOR. No blog sempre tratamos as dores que vêm por origem de tensão muscular. É essencial que o Personal Trainer saiba usar algumas técnicas para esse alívio e saiba identificar também se alguma debilidade muscular está causando a dor.

Uma avaliação postural é uma forma de sabermos se essa dor tem origem por um desequilíbrio na postura que gera uma sobrecarga tensional em músculos dessa região, conforme figura apresentada.

Vale a pena ler o artigo abaixo escrito pela especialista Aline Mariefisioterapeuta, especialista em Reeducação Postural Global (RPG) e esclarecer mais sobre o assunto.

O especialista: Dor de cabeça ou tensão muscular?

Redação O Estado do Paraná

maissaude_especialista.jpgNão existem dados conclusivos, mas estimativas apontam que mais de 90% da população brasileira já teve ou terá pelo menos uma crise de dor de cabeça na vida. A dor de cabeça é definida como a presença da sensação dolorosa na cabeça, pescoço e face. Existem mais de 150 tipos diferentes de dor de cabeça, sendo que as mais comuns são as primárias, aquelas causadas por distúrbios bioquímicos do próprio cérebro, que levam à dor por mau funcionamento de neurotransmissores e/ou seus receptores. As cefaléias do tipo tensional também são provocadas por desequilíbrios no funcionamento químico cerebral. As cefaléias secundárias, causadas por problemas em qualquer região do corpo, podem ter inúmeras causas: tumores cerebrais, meningites, aneurismas, problemas dos olhos, ouvidos, garganta e até um simples resfriado podem ser responsáveis por elas.

Porém, a mais comum é a causa tensional, definida como uma dor ou sensação de aperto, pressão ou contrição, muito variável em intensidade, freqüência e duração. Quando perguntado, o paciente refere-se a ela como a dor que nunca some e que ocorre todos os dias. A dor de cabeça tensional afeta a cabeça toda – não só um dos lados, como na enxaqueca – e, na forma crônica, ela está presente desde o despertar e dura o dia todo.

Muitas vezes o seu diagnóstico se confunde com outras patologias por apresentar sintomas muito semelhantes, como náuseas, enjôo, vômitos e tonturas. Com efeito, muitas vezes, é tratada de forma errada, à base de analgésicos comuns, outras até controlada e prevenida com o uso de vasodilatadores (medicamentos que aumentam a espessura dos vasos sangüíneos, para melhorar a circulação) e, mesmo, antidepressivos.

Para esse tipo de dor, o melhor tratamento é a associação do tratamento clínico com relaxantes musculares e antiinflamatórios. Também a acupuntura (que tem ótima resposta nesses casos) e a fisioterapia, que atualmente vem ganhando espaço por apresentar um excelente resultado, oferecendo aos pacientes técnicas capazes de aliviar a dor de cabeça, em apenas uma sessão. Entre as mais utilizadas, está a pompage cervical – técnica aplicada normalmente durante a crise, que ajuda a relaxar. É um tratamento local e direto, realizado manualmente pelo fisioterapeuta. Outra técnica que vem ganhando cada vez mais espaço é a reeducação postural global (RPG), que atua refazendo o equilíbrio muscular, evitando que a dor permaneça e se repita.

Link: http://www.parana-online.com.br/canal/vida-e-saude/news/137064/?noticia=O+ESPECIALISTA+DOR+DE+CABECA+OU+TENSAO+MUSCULAR